Alministra'l to Blog

¡Crea'l to Blog yá! Fácil y de baldre

Estaya: Miranda de l Douro

Workshop intensivo de iniciação ao mirandês

tierraalantre 27/05/2009 @ 09:28

O mirandês é uma língua neo-latina, falada numa área aproximada de 500 Kms2, no extremo nordeste português (concelhos de Miranda do Douro e Vimioso), por uma população estimada em cerca de 12.000 pessoas. É uma língua que se manteve, ao longo dos séculos, por tradição oral, convivendo numa situação de diglossia com o português, sem uma norma escrita estabelecida e reconhecida. As primeiras tentativas de escrever em mirandês datam de finais do século XIX, especialmente pela mão do filólogo José Leite de Vasconcelos. Trata-se sobretudo de uma escrita fonética que foi seguida e adoptada, ao longo do século XX, por todos aqueles que escreveram em mirandês. Em 1995, um grupo de especialistas, constituído por falantes e linguistas/investigadores (Universidades de Lisboa e Coimbra) do mirandês, estabeleceu uma Proposta Ortográfica Mirandesa que, depois de discutida publicamente, deu origem, em 1999, à Convenção Ortográfica da Língua Mirandesa. Nesse mesmo ano era publicada a Lei 7/99, Diário da República de 24-01-1999, I Série-A, que reconhecia, oficialmente, os direitos linguísticos da comunidade mirandesa (o direito a cultivar e a promover a Língua Mirandesa), aprovados pela Assembleia da República, por unanimidade, em 17-09-1998.

Lleer el restu d'esta entrada

Instituto para defender a "lhéngua" mirandesa

tierraalantre 25/05/2009 @ 10:31

FRANCISCO PINTO / JORNAL DO NORDESTE

Numa altura em que se assinala o 10º aniversário da língua mirandesa, os especialistas garantem que estão reunidas as condições para a criação do "ambicionado" Instituto da Língua Mirandesa (ILM).

No entanto, tem havido atrasos para que a instituição comece a desempenhar as suas funções, apesar de se tratar de um "organismo nuclear para a lhéngua".

Lleer el restu d'esta entrada

Ministro compara falantes de Mirandês aos «loucos» gauleses

tierraalantre 19/05/2009 @ 08:59

O ministro da Cultura comparou esta segunda-feira os falantes do Mirandês aos «loucos» gauleses da aldeia de Astérix que insistiam em impor a sua língua minoritária.

«Cá também há uns loucos portugueses que vivem em Miranda do Douro e falam outra língua», referiu José António Pinto Ribeiro que, citado pela Lusa, augura muitas dificuldades à «lhengua» falada em Miranda do Douro.

Lleer el restu d'esta entrada

Língua mirandesa à solta no Cartaxo

tierraalantre 19/05/2009 @ 08:44

“Buonos dies! Bien háiades por me haber cumbidado a benir acá. You gustei muito de la buossa tierra, que ye ua tierra mui guapa, mui afamada, que ten un bino mui buono i stou eiqui nesta quinta tan guapa que me daba ganas de quedar acá. Mas nun puode ser que la bida chama-mos para outros lhados”.

Foi desta forma que Amadeu Ferreira, professor de Direito na Universidade Nova de Lisboa, nascido em Sendim (Miranda do Douro), agradeceu o convite para uma palestra com alunos e docentes da escola secundária. A tradução fica ao cuidado do leitor em forma de desafio.

Lleer el restu d'esta entrada

A La Cumbersa Cun Manuela Barros Ferreira (2ª Parte)

tierraalantre 18/05/2009 @ 09:32

AMADEU FERREIRA

Nesta 2ª parte, Manuela Barros Ferreira dá un cuntapie público para a ampeçar a çcutir la Cumbençon Ourtográfica de la Lhéngua Mirandesa, seia quanto a las regras seguidas, seia quanto a nuobos assuntos que dében de ser tratados. Al mesmo tiempo apersenta algues perpuostas que se puoden cunsidrar ousadas, i que algues pessonas ténen benido a defender hai muito tiempo.

Respundendo a esta abertura que eiqui ye dada por Manuela Barros Ferreira, criemos un nuobo blogue http://cumbencon2009.blogspot.com/ adonde todos poderan partecipar na çcuçon de la Cumbençon Ourtográfica de la Lhéngua Mirandesa.

Lleer el restu d'esta entrada

A la cumbersa cun Manuela Barros Ferreira (1ª Parte)

tierraalantre 15/05/2009 @ 12:26

AMADEU FERREIRA

Manuela Barros Ferreira, que cordenou cientificamente la feitura de la Cumbençon Ourtográfica de la Lhéngua Mirandesa. L sou curriculo puode ser lido an http://mirandes.no.sapo.pt/mbfcv.html de modo que nun bamos eiqui a repeti-lo. L cuntributo de Manuela Barros pa l mirandés moderno puode resumir-se assi: a eilha se debe la base i la lhuita científica que premitírun: lhebantar la Cumbençon Ourtográfica de la Lhéngua Mirandesa; la criaçon de cundiçones para que l mirandés fura recoincido cumo lhéngua seia pul Assemblé de la República seia pula quemunidade científica nacional i anternacional. You questumo dezir que Manuela fui la pessona que mais fizo pul mirandés apuis de José Leite de Vasconcellos, sien que cun esso you querga apoucar ou squecer l grande cuntributo de muitas outras pessonas, que eiqui tenemos çtacado ou de que inda eiremos a tratar.

Lleer el restu d'esta entrada

Entrevista a Severino Alonso, portavoz de Furmientu

tierraalantre 04/05/2009 @ 09:41

Con esta entrevista seguimos afondando nes distintes realidaes nes que s’alcuentra’l conxuntu del tueru llingüísticu astur-lleonés acercando al asturianismu les pallabres y opiniones de los sos propios protagonistes.

Severino Alonso ye un xoven natural de Senabria, falante de senabrés y miembru de Furmientu, asociación na que participa activamente ente otres cuestiones na so revista El Llumbreiru.

Seve, yes miembru de Furmientu, dinos ¿qué ye Furmientu?

Furmientu ye una asociación que traballa por el patrimoniu llingüísticu das comarcas zamoranas, defendendo a conservación, dinificación y promoción das llenguas faladas nel oeste da provincia: el llionés ou asturllionés y el gallegu ou gallego-portugués. Este llabor axunta tamién al castellanu que, na súa variedá rexonal llionesa, se fala d’un xeitu xeneral en Zamora.

Lleer el restu d'esta entrada

Mirandês ganha cada vez mais adeptos

tierraalantre 30/04/2009 @ 11:55

O mirandês, a segunda língua oficial de Portugal, está a ganhar cada vez mais adeptos. Em 1999 foi reconhecida como Língua Oficial Regional e no mesmo ano foi também publicada a Convenção Ortográfica preparada por especialistas das Faculdades de Lisboa e Coimbra e por um conjunto de mirandeses.

Hoje, esta língua de tradição oral com mais de mil anos que se falava no Reino de Leão, está em pleno desenvolvimento da sua escrita, como revela um dos grandes dinamizadores do mirandês que também é vice-presidente da CMVM. «Eu costumo dizer que no dia em que entrei para a escola houve uma criança que ficou à porta. Muitos anos depois eu fui busca-la e ensinei-a a ler. Ela já sabia falar, ensinei-a a ler e ensinei-lhe coisas que não sabia», explica Amadeu Ferreira.

Lleer el restu d'esta entrada

Certame lliterariu La Caleya 2009 – Reinu de Llión

tierraalantre 20/04/2009 @ 15:39

Nas puertas del 1100 aniversariu de la capitalidá llionesa del nuesu reinu históricu y col envís de promocionar la creación lliteraria na nuesa llingua, en sintonía cona reconocencia del llionés pol Estatutu d’Autonomía de Castiella y Llión, l’Asociación Cultural La Caleya, col sofitu la Conceyalía de Cultura Tradicional y Valores Autóctonos del Ayuntamientu d’Astorga y del Institutu Llionés de Cultura de la diputación de Llión, convoca la tercera edición del sou certame lliterariu pa obras orixinales en llingua asturllionesa d’acordias conas siguientes:

BASES

1. Pueden participar tolos ciudadanos de la Unión Europea a títulu individual y con un únicu trabayu que nun seyan ganadores na mesma modalidá (rellatu/poesía) del primer premiu nas cuatro ediciones anteriores d’esti certame.

Lleer el restu d'esta entrada

Mirandês: Dez anos de uma "lhéngua"

tierraalantre 14/04/2009 @ 11:21

MARIANA ALBUQUERQUE

Uma década após o reconhecimento linguístico do mirandês, a regressão da fala e o aumento da escrita são algumas das conclusões dos estudiosos.

O mirandês conquistou oficialmente os direitos linguísticos há dez anos, através da publicação, no Diário da República, da Lei 7/99. No ano em que a "lhéngua" falada nos concelhos de Miranda do Douro e Vimioso comemora uma década de existência, António Bárbolo Alves, investigador e escritor de mirandês, fala de uma evolução "claramente positiva."

"Há factores para a preservação das línguas como a existência de um reconhecimento político e a existência de uma norma escrita que foram conseguidos pelo mirandês e só isso é extremamente positivo", afirma o investigador. No entanto, António Bárbolo Alves considera que há aspectos para a vitalidade da língua que só podem ser avaliados a médio e longo prazo.

Lleer el restu d'esta entrada